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Capital Economics: ativos de mercados emergentes não terão desempenho tão bom quanto em 2025

12 de fevereiro de 2026

Por Caroline Aragaki

São Paulo, 12/02/2026 – A Capital Economics avalia que os ativos de mercados emergentes não terão daqui em diante um desempenho tão positivo quanto em 2025, mencionando inclusive que o valuation de moedas na América Latina e em mercados emergentes da Europa parece “esticado”.

A tese abarca três pontos. Primeiro, que o Federal Reserve (Fed) provavelmente cortará menos os juros do que o mercado espera, o que tende a impulsionar uma recuperação generalizada do dólar. Segundo, os preços de commodities devem cair, pesando no desempenho da renda variável e do câmbio de exportadores de commodities. E terceiro, os retornos dos títulos soberanos de mercados emergentes em dólar (bonds soberanos) provavelmente serão modestos, com spreads em moeda forte perto das mínimas históricas.

Otimismo pontual

O otimismo para estes mercados, assim, torna-se pontual na visão da consultoria. No mercado de ações, destaca papéis voltados para tecnologia na Ásia, particularmente na China, em Taiwan e na Coreia, com base no entendimento de que o rali ligado à inteligência artificial (IA) ainda tem espaço para continuar.

Em renda fixa, menciona visão benigna para os títulos soberanos de mercados emergentes em moeda local na América Latina, e em menor medida na Ásia. “Isso reflete nossa visão de que as taxas de política monetária provavelmente cairão um pouco mais do que o consenso espera, o que pode se traduzir em rendimentos de títulos governamentais de longo prazo mais baixos”, afirma.

Contato: caroline.aragaki@estadao.com

Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast

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