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Renato Lobo alerta para seis sinais da resistência à insulina

A resistência à insulina é uma condição em que o organismo passa a responder de maneira inadequada à ação da insulina, hormônio responsável pelo controle da glicose no sangue. Como consequência, o pâncreas precisa produzir quantidades cada vez maiores da substância para compensar o desequilíbrio. Considerada uma das alterações metabólicas […]

28 de maio de 2026

Renato Lobo alerta para seis sinais da resistência à insulina

A resistência à insulina é uma condição em que o organismo passa a responder de maneira inadequada à ação da insulina, hormônio responsável pelo controle da glicose no sangue. Como consequência, o pâncreas precisa produzir quantidades cada vez maiores da substância para compensar o desequilíbrio.

Considerada uma das alterações metabólicas mais comuns da atualidade, quando não identificada precocemente, ela pode evoluir de forma silenciosa e aumentar o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2.

?Muitas pessoas convivem durante anos com desequilíbrios no organismo sem perceber e acabam normalizando sintomas, atribuindo-os ao cansaço ou ao estresse. Em muitos casos, essas manifestações já podem indicar um quadro de resistência à insulina?, afirma Renato Lobo (CRM: 181069-SP), médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, com pós-graduação em Nutrologia pela ABRAN e Medicina Esportiva, e idealizador da Clínica Sculpté, localizada no bairro do Jardim Paulista, em São Paulo.

O médico lista alguns sinais do corpo que podem servir de alerta para investigar possíveis alterações metabólicas.

Sono após as refeições

Segundo Renato Lobo, isso ocorre quando o organismo apresenta dificuldade para utilizar a glicose adequadamente. ?Já que os alimentos ricos em carboidratos podem provocar picos glicêmicos seguidos de queda de energia, favorecendo a sensação de sonolência após comer?.

Manchas escuras na pele

Chamada de acantose nigricante, a condição pode ocorrer em áreas como pescoço, axilas e virilha. Um estudo publicado em 2025 apontou relação entre o quadro e maior risco cardiometabólico. ?Essas manchas costumam aparecer de forma gradual e muitas pessoas não associam isso aos desequilíbrios hormonais e metabólicos?, detalha o especialista.

Dificuldade para emagrecer

Mesmo com mudanças na alimentação e prática de atividade física, algumas pessoas relatam que o peso corporal não reduz com facilidade. ?A resistência à insulina pode interferir em mecanismos hormonais ligados ao gasto energético e ao armazenamento de gordura, dificultando o emagrecimento?, comenta Renato Lobo.

Compulsão por doces

A vontade frequente de consumir açúcar e carboidratos pode estar relacionada às oscilações glicêmicas. ?O organismo passa a buscar fontes rápidas de energia, aumentando o desejo de consumir alimentos doces ao longo do dia?, esclarece o médico.

Fadiga e dificuldade de concentração

Elas também podem surgir em quadros de resistência à insulina. ?Muitos pacientes mencionam exaustão mental mesmo após uma boa noite de sono?, conta.

Alterações nos exames laboratoriais

Níveis elevados de triglicerídeos e redução do HDL, conhecido como colesterol bom, podem estar relacionados ao desequilíbrio metabólico. ?Os exames ajudam a identificar mudanças antes mesmo do diagnóstico de diabetes tipo 2?, revela.

E o que fazer?

De acordo com o especialista, o ideal é procurar um médico para avaliação clínica e realização de exames laboratoriais. ?Adotar um estilo de vida mais saudável, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e acompanhamento médico está entre as medidas recomendadas para melhorar a sensibilidade à insulina e, com isso, evitar a evolução para o diabetes tipo 2?, conclui Renato Lobo.

Website: https://clinicasculpte.com.br/

Imagem publicada: (Divulgação / Renato Lobo)

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