Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Broadcast OTC
Plataforma para negociação de ativos
Broadcast Datafeed
APIs para integração de conteúdos e dados
Broadcast Ticker
Cotações e headlines de notícias
Broadcast Widgets
Componentes para conteúdos e funcionalidades
Broadcast Wallboard
Conteúdos e dados para displays e telas
Broadcast Curadoria
Curadoria de conteúdos noticiosos
Broadcast Quant
Plataformas Broadcast
Soluções de Dados e Conteúdos
Soluções de Tecnologia
9 de fevereiro de 2026
Por Victor Ohana
Brasília, 09/02/2026 – O deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) afirmou que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse não ter visto impacto da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre os ganhos aprovados pelos deputados para os servidores legislativos.
“Ficou muito claro o que o presidente Hugo trouxe na reunião de hoje. A decisão de Dino impacta aqueles penduricalhos que não são debatidos como lei, que são colocados pelos Poderes em determinadas categorias e que não passam por projeto de lei, o que não é o caso do que foi aprovado na Câmara”, disse Gadêlha, após uma reunião com o colégio de líderes realizada por Motta nesta segunda-feira, 9.
Gadêlha prosseguiu: “O presidente Hugo falou sobre isso, e a gente discute também uma lei para poder limitar esses penduricalhos a partir dos abusos cometidos por alguns Poderes, inclusive do Judiciário”.
Também na saída da reunião de líderes, o deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP) fez declarações no sentido de que a Câmara não “generalizou” o extrateto para todos os servidores. “Ficou para aquelas funções que têm algum grau de responsabilidade, e isso já está previsto em lei”, disse.
Chinaglia acrescentou: “Então, no que diz respeito à Câmara, a opinião do presidente Hugo e nossa também, é de que (a determinação de Dino) não vai interferir nessa decisão”.
Na sexta-feira, 6, Dino determinou a suspensão de pagamentos de “penduricalhos” pagos pelos Três Poderes aos servidores. A decisão se estendeu a Estados e municípios. Pela decisão, os pagamentos de adicionais que não estão previstos em lei devem ser suspensos após 60 dias.
Contato: victor.ohana@estadao.com
Veja também